Polícia Comunitária
Polícia Comunitária
Com o desejo de se aproximar mais do cidadão, em 1997, a Polícia Militar implantou o sistema de policiamento comunitário, com a criação da Comissão de Polícia Comunitária. A ligação com a população era o que faltava para o aperfeiçoamento do trabalho da PM, principalmente nos locais com altos índices criminais. No Estado de São Paulo existem 268 Bases Comunitárias de Segurança fixas; 289 veículos grandes (bases semifixas); e 35 Bases Comunitárias de Segurança Distritais – onde os policiais moram com suas famílias.
A Polícia Comunitária constitui uma filosofia e, ao mesmo tempo, uma estratégia institucional. Como filosofia, permeia todos os níveis da Polícia Militar e é absorvida por todos os policiais militares, que aprendem conceitos primários de solidariedade e respeito às individualidades. Enquanto estratégia, a Polícia Comunitária direciona esforços, medidas e programas institucionais no sentido de criar continuamente condições de aproximação com a população.
Como resultado, mutuamente obtém-se respaldo, cooperação, parceria e participação para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e do ambiente onde se vive.
O Policiamento Comunitário ou de Aproximação se ocupa da prevenção do crime mais do que da reação a denúncias. Utiliza estratégias de aproximação, envolvimento e comprometimento com as comunidades. Nesse momento, é prestado o serviço de preservação da ordem pública – exercício de polícia voltado à defesa da cidadania, com a defesa dos direitos humanos e a interação da comunidade.
https://www.ssp.sp.gov.br/acoes/acoes_comunitario.aspx



